É nesse contexto que surge Planeta Insano, um jogo de tabuleiro com massinha de modelar criado para jovens e adultos que desejam sair das telas e viver uma experiência criativa fora do comum.
Em um tempo marcado pelo excesso de estímulos digitais, o jogo propõe uma pausa consciente: sentar à mesa, criar, olhar nos olhos e estar presente.
No Planeta Insano, a massinha não é um acessório. Ela é parte essencial da experiência. Cada jogador cria, com as próprias mãos, as peças do jogo e a espécie que irá representar, desenvolvendo um vínculo direto com a sua própria criação.

Esse processo gera um vínculo psicológico. A espécie moldada deixa de ser apenas uma peça no tabuleiro e passa a representar uma identidade. O jogador reconhece ali algo que é, em parte, uma extensão de si mesmo. Aquilo que construímos manualmente tende a ser percebido como mais valioso, significativo e digno de cuidado.
No Planeta Insano, isso afeta diretamente a experiência de jogo. As decisões passam a ter mais peso emocional. O risco, a evolução e até a perda ganham outro significado. O jogador não está apenas movendo peças, está cuidando, protegendo e conduzindo a sua criação.
Essa relação transforma a dinâmica da mesa. O envolvimento deixa de ser apenas racional ou estratégico e passa a ser também simbólico e emocional, aumentando a imersão e a conexão entre os jogadores.

Com o tempo, pode surgir naturalmente o desejo de ir além da criação inicial. Pintar peças, detalhar formas, experimentar cores e texturas tornam-se extensões espontâneas da experiência. Esse processo incentiva o desenvolvimento de habilidades artísticas, sensibilidade estética e expressão individual, sem qualquer obrigação técnica ou julgamento.
Mais do que isso, jogos criativos como o Planeta Insano estimulam habilidades sociais e humanas essenciais. Ao criar e jogar juntos, os participantes exercitam comunicação, escuta, negociação, empatia e cooperação. A imaginação compartilhada cria pontes entre as pessoas, facilitando diálogos e fortalecendo vínculos.
Em um mundo cada vez mais acelerado e digital, experiências que envolvem criação manual, tempo compartilhado e presença real, longe das telas, se tornam ainda mais valiosas. O jogo passa a ser um espaço seguro para experimentar, errar, criar e se expressar. Qualidades fundamentais para o desenvolvimento humano em qualquer fase da vida.
“A massinha é apenas o começo da jornada. Por trás de cada criatura moldada, existe um propósito maior que desafia o digital.”

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No jogo, cada jogador molda, literalmente com as próprias mãos, a espécie que conduzirá pelas estrelas. Contudo, desviada de sua rota original por uma melodia ancestral, através do abismo de um buraco negro, sua espécie desperta sob a luz de um novo mundo conhecido como Planeta Insano.
A partir daqui, cada partida se torna uma crônica épica. Quarenta e oito cartas de poder, divididas em três eras, ampliam os desafios e podem virar o jogo de cabeça para baixo. Saber quando utilizá-las é o que separa a extinção da glória.
Os participantes evoluem suas espécies, utilizam dados de diferentes faces e tomam decisões que misturam estratégia, sorte e imaginação. O objetivo é criar, explorar e se conectar com os outros jogadores por meio de uma experiência presente e compartilhada.
Entre mistérios e forças ancestrais, erguem-se também os Altares da Transmutação. Dizem que aqueles capazes de controlar três dos nove altares espalhados pelo planeta despertam um poder esquecido, capaz de elevar suas criaturas a um nível além da compreensão.
É um jogo sobre as histórias que contamos enquanto tentamos sobreviver ao impossível.

Planeta Insano nasceu justamente dessa vontade de criar um jogo onde a massinha fosse uma forma de linguagem, e não apenas um material lúdico.

O jogo conta ainda com um universo narrativo próprio, com regiões, entidades e trilhas sonoras que aprofundam a imersão, ampliam a experiência para além do tabuleiro, sem jamais perder o foco no ato de jogar, criar e estar junto.
Planeta Insano é ideal para:
É uma experiência criativa, expressiva e social.
“Moldar é apenas o primeiro passo da jornada. Você está pronto para descobrir o que acontece quando a criatividade se torna a protagonista absoluta?”