Planeta Insano valida sua tese de inovação social

Selo de avaliação técnica do Centelha 2026, destacando a nota média de 4,5 de 5 nos critérios de Solução, Mercado e Impacto do Planeta Insano.

Depois de conquistar nota máxima em Relevância Cultural pela SECULT-MG, o projeto passa por uma nova avaliação externa, agora nos campos de Solução, Mercado e Impacto

E se usássemos a arte, a matéria física e a tecnologia para nos trazer de volta ao momento presente e ao abraço do encontro? 

Em nosso jogo de tabuleiro, as pessoas sentam juntas, moldam sua própria espécie com massinha e participam da construção de histórias. O espectador passivo dá lugar ao cocriador ativo. É a nossa Revolução Tátil. Para conhecer mais sobre esse conceito, leia o nosso Manifesto.

Ao longo do tempo, percebemos que havia algo nascendo ao redor do jogo.

  • Uma comunidade de artistas.
  • Um universo narrativo.
  • Uma propriedade intelectual em construção.
  • Experiências presenciais.
  • Produtos físicos e digitais.

Uma infraestrutura que conecta criatividade, cultura e participação em um mesmo ecossistema. Foi essa arquitetura que levamos ao Programa Centelha 2026.

Uma nova avaliação externa

Agora temos o orgulho de compartilhar mais um marco importante da jornada do Planeta Insano.

O projeto recebeu nota média de 4,5/5 nos critérios de Solução, Mercado e Impacto na avaliação técnica do Programa Centelha 2026, iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Finep, pelo CNPq e pela Fundação CERTI.

Para mim, isso é muito significativo porque traduz exatamente a arquitetura que estamos construindo: uma proposta para criar espaços de encontro e presença em uma era marcada pela hiperconexão digital, e, ao mesmo tempo, uma possibilidade de ampliar as formas de valorização e monetização do trabalho de artistas independentes.

Entre os pontos fortes destacados na avaliação estão o caráter inovador desse ecossistema, a rede de artistas, a validação cultural já reconhecida pela SECULT-MG e o potencial de um mercado, sustentado por diferentes fontes de receita e alinhado aos ODS 3, 4, 8 e 11 da ONU.

Ver essa avaliação técnica externa é importante porque mostra que o que está sendo construído ao longo dos anos começa a ser percebido também como uma proposta com potencial de impacto cultural, social e econômico. — Thiago Jacinto de Sousa.

Do jogo para um ecossistema criativo

Mosaico com todos os artistas da Órbita Criativa do Planeta Insano, com retratos em preto e branco sobre fundos coloridos representando diversidade e expressão coletiva
Uma constelação viva de artistas que expandem o universo do Planeta Insano através de múltiplos olhares.

O jogo é a nossa semente e ao redor dela estamos construindo algo maior.

Hoje, nossa Órbita Criativa reúne mais de 48 artistas independentes, cujas obras ajudam a formar o universo visual e narrativo do Planeta Insano. Cada carta do baralho-arte reinterpretada por um artista, cada traço e cada cor acrescentam uma nova camada a esse universo.

A todos os artistas e a cada pessoa que senta ao redor da mesa para moldar sua própria existência em massinha, nosso muito obrigado! Vocês são os cocriadores desse organismo vivo. A caminhada é feita a muitas mãos.

É assim que imaginamos uma economia criativa em movimento:

  • Uma obra gera um universo.
  • O universo gera comunidade.
  • A comunidade gera novas criações.
  • E as criações geram novas experiências.

O Planeta Insano está nascendo. E nós criamos juntos.

Duas avaliações. Duas perspectivas. Um mesmo projeto

Esse resultado ganha ainda mais significado quando colocado ao lado de outro marco de 2026. Na avaliação do PNAB, a SECULT-MG atribuiu 12/12 no critério de Relevância do Projeto para o Cenário Cultural de Minas Gerais.

Uma olha para a relevância cultural. A outra observa solução, mercado e impacto. São perspectivas diferentes, vindas de avaliações externas, mas que encontram o mesmo projeto no centro.

Um projeto que nasce como um jogo e que, pouco a pouco, revela um ecossistema criativo onde arte, tecnologia, cultura e participação se encontram.

A inovação que resgata o humano

Colagem com pessoas de diferentes idades criando e interagindo com o Planeta Insano por meio de arte, desenho, massinha e experiências coletivas.
Arte, imaginação e encontro.

Quando desenhamos o Planeta Insano, sabíamos que estávamos propondo algo fora dos padrões tradicionais do mercado de jogos. O jogo seria apenas o começo. A verdadeira ambição é criar um espaço onde arte, imaginação, tecnologia e encontro humano coexistam.

O Planeta Insano se comporta como um organismo vivo. Um ecossistema que reage a cada gesto, a cada traço de pincel e a cada criação tátil. Ver uma avaliação técnica reconhecer essa arquitetura nos dá a certeza de que a alta tecnologia humana é a capacidade de imaginar e cuidar em conjunto.

Cada avaliação, cada parecer e cada feedback recebido se transforma em insumo para nossa evolução. O caos é a nossa matéria-prima. E a construção de um mundo mais consciente e cocriativo é a nossa direção.

E agora?

Agora, seguimos trabalhando para transformar esse universo em matéria. A previsão é que em 2027 o jogo físico chegue às mesas e as espécies possam finalmente sair do imaginário e habitar este mundo.

Até lá, seguimos o processo de criação, refinamento e escuta com a nossa comunidade.

Em um tempo marcado por ponteiros que devoram os dias, convidamos ao encontro, à presença e à beleza de criar juntos. Porque criar é a nossa matéria viva: a forma como transformamos imaginação em significado, diversidade em cultura e convivência em comunidade.

Mundos mais conscientes começam quando escolhemos criar juntos.

Conheça o universo, acompanhe essa construção, descubra a Órbita Criativa em nosso site e acompanhe os próximos passos pelo Instagram @planeta.insano.

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